sexta-feira, 17 de maio de 2013

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SMS e volante, perigo constante.

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O SMS é uma ferramenta muito prática. Short Message Service, significa Serviço de Mensagens Curtas, e é um termo de origem inglesa. O SMS pode ser enviado de qualquer lugar do mundo, independente da operadora do celular, do local onde a pessoa se encontra, e é um dos meios de comunicação mais utilizados hoje em dia, além das redes sociais.
O SMS é um serviço que facilita muito a vida de várias pessoas, pois é um meio de comunicação mais barato, rápido, direto e mais eficiente que fazer ligações, em muitos casos. Em 2012 foram trocados oito trilhões de SMS no planeta.

Muitos outros comunicadores instantâneos foram criados, mas a febre do momento é o WhatsApp. O WhatsApp é um aplicativo para celulares com sistemas Android, BalckBerry, iOS, Symbian e Windows Phone, que envia mensagens de texto, áudio, foto ou vídeo, basta estar em conexão com a internet. Como a cobrança não é feita por recado enviado, muitos usuários vêem o aplicativo como uma forma de enviar um SMS gratuito. Recentemente o WhatsApp revelou ter batido um novo recorde: 10 bilhões de mensagens enviadas e recebidas em apenas um dia.

As estatísticas são assustadoras. O SMS dominou a vida das pessoas. A caixa postal foi deixada de lado. Se a pessoa não consegue entrar em contato, deixa uma mensagem. Até o e-mail perdeu seu espaço, uma vez que uma mensagem no celular é bem mais eficaz para fazer um convite, por exemplo. Aí não tem desculpas.  

Muito bacana vivenciar essa evolução, o que não é muito legal é esse imediatismo exagerado criado devido a tanta praticidade. Virou obrigação responder instantaneamente, não importa o que você esteja fazendo. No restaurante, na roda de amigos, no trabalho, no volante... E o emissor nunca imagina que a pessoa de fato pode estar ocupada, arquiteta dezenas de paranoias na cabeça e enlouquece.

A ditadura do SMS. Calminha aí, né galera! Temos a tecnologia como nossa aliada, mas não podemos nos tornar escravos dela, procrastinando atividades ou fazê las enquanto se está respondendo um SMS. No trânsito, esse ato pode ser fatal. A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) lançou uma campanha ano passado, mas vale sempre relembrar.

Um vídeo com imagens de acidentes de trânsito e, ao fundo, uma criança cantando as letras do alfabeto. Ao fim, a mensagem "Uma letra é o suficiente. Ao dirigir, não envie SMS." É com esse impacto que a Abramet pretende conscientizar motoristas dos perigos de utilizar o telefone celular para enviar mensagens de texto (SMS) enquanto se dirige.





A campanha foi impulsionada por números preocupantes. Estatísticas da instituição mostram que 80% dos motoristas utilizam o celular ou outras tecnologias que tiram o foco da direção veicular.

E, se falar ao telefone já é perigoso, digitar mensagens de texto é ainda pior, pois exige que o condutor disponibilize atenção visual ao aparelho diversas vezes. Ao digitar, o motorista deixa de olhar para a estrada e perde visão periférica, fica desconectado do trânsito, diminuindo assim a rapidez de resposta e os reflexos. 

Nos cinco primeiros meses do ano, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) aplicou 187.686 multas para motoristas falando ao celular. É uma infração média, com multa de R$ 85,13 e 4 pontos na carteira.

Vamos ter mais consciência e não deixar que a afobação de responder um SMS nos tire a vida (física e social). Nós aqui do Botecaria adoramos trocar SMS, mas sempre com moderação. E você, quantos SMS em média troca por dia?

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